The Room — Lisbon.
Isto não é um evento de networking. Uma noite, uma mesa, uma decisão. Reunimos dois tipos de pessoas — quem ainda está preso dentro do emprego e quem já saiu — para uma conversa que não acontece em uma videochamada.
Uma sala fechada, à beira da água.
Sem palco. Sem crachás. Uma mesa longa, luz baixa e o tipo de honestidade que só acontece off the record.
Três horas. Uma mesa.
Uma conversa estruturada, não um painel. Todos falam. Ninguém faz pitch.
Só drinques e primeiros nomes
Sem crachás, sem cargos. Você entra como pessoa, não como um cargo. Nós servimos, você se acomoda, a sala se enche.
As duas cadeiras — onde você realmente está sentado?
Cada pessoa responde em voz alta a uma pergunta: você ainda está dentro do emprego ou já saiu? Ainda sem conselhos. Só a verdade, ao redor da mesa, um por um.
A ideia que você carrega há anos
Os builders que já saíram questionam a ideia que cada fundador preso vem guardando. Honesto, específico, às vezes desconfortável. Este é o coração da noite.
A decisão e o primeiro passo
Todos saem com um próximo passo concreto — escrito, testemunhado pela mesa. Responsabilidade é o ponto central.
Fique o quanto quiser
A estrutura termina, as conversas não. O bar é seu.
Uma mesa. 30 vagas.
Sem painel, sem palco — só uma mesa longa dividida ao meio. Metade das vagas para quem ainda está dentro do emprego, metade para quem já está construindo. Coloque essas duas pessoas lado a lado e acontece algo que nenhuma conferência consegue fabricar.
Dois tipos de pessoas.
Ainda dentro do emprego.
Seguro, capaz e morrendo em silêncio. Você tem a ideia há anos. Não se mexeu — diz a si mesmo que não é a hora certa, e sabe que não é bem isso. Esta sala é para o momento antes de você decidir.
Já saltou.
Você está construindo — e é mais difícil, mais solitário e mais assustador do que o LinkedIn deixa alguém admitir. O dinheiro está curto, a dúvida é alta. Você não está aqui para se exibir. Está aqui para dizer a verdade e lembrar aos presos por que querem isso.
Com anfitrião Luis Gonçalves.

Luis construiu o FIKR Space sozinho — 11 produtos em 7 meses, com a AI como cofundadora, depois de perder tudo na Arábia Saudita e recomeçar aos 40 anos no quarto de hóspedes da casa dos pais. The Room é a conversa que ele gostaria de ter tido na noite anterior ao salto. Ele mesmo recebe cada mesa.
Você não sai apenas inspirado.
O livro
Um exemplar de The Solopreneur Revolution em suas mãos — o manual para construir enquanto se está empregado.
Um passo escrito
Um próximo passo concreto, escrito e testemunhado pela mesa. Responsabilidade, não clima.
O grupo da mesa
Um grupo privado com todos que sentaram com você. A noite não termina quando você vai embora.
Apresentações calorosas
Conexões com as pessoas da sala que podem realmente ajudar você a dar o salto.
Antes de solicitar.
Preciso fazer um pitch?
Não. Ninguém faz pitch. É uma conversa estruturada, não um palco — todos falam, ninguém se exibe.
E se eu ainda não comecei?
É exatamente para essas pessoas que metade da sala existe. Algumas vagas são para quem ainda está dentro do emprego, outras para quem já está construindo.
Fica gravado?
Não. The Room é off the record — é isso que torna a honestidade possível.
Como as vagas são escolhidas?
Você se candidata, e nós lemos cada solicitação. Avaliação, não ordem de chegada — fazemos a curadoria para ter a mistura certa entre presos e construindo.
Solicite sua vaga.
Você não compra uma vaga — você a solicita. Lemos cada solicitação. Se a sala for certa para você, enviamos o endereço. Todos saem levando The Solopreneur Revolution — o manual para construir enquanto se está empregado e sair quando estiver pronto.